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Blog acadêmico de Barbara Bernardes Costa, produzido para a disciplina fundamentos científicos da comunicação do curso de comunicação social da Universidade de Uberaba.Prof.André Azevedo da Fonseca.

Sunday, February 19, 2006


Olha a Guerra da Rocinha ai gente!

Bem realmente, vocês podem me achar pessimista e tudo mais, mas não mudo minha opinião de que o mundo esteja podre!Pra todos os lados que você olha é guerra!Aqui também tem!As favelas!Não estou descriminando as pessoas que moram lá, muito pelo contrario tem muitas pessoas honestas, batalhadoras que dão o seu suor todos os dias, mas, há também os traficantes, o crime organizado!
A guerra na Rocinha (favela do Rio) esta ficando cada vez mais incontrolável. As autoridades pensaram em fazer um ataque militarizado a favela mas, isso só traria mais mortes de inocentes.O problema creio eu , não sou nenhuma expert no assunto mas, eles deveriam destruir a economia da Rocinha que pelo que vi se baseia principalmente na venda de cocaína.Não adianta atacar cara a cara se você quer destruir um ”Governo“(porque a Rocinha é um poder paralelo) você tem que desmantelar sua economia.Mas não basta atacar somente os vendedores da droga mas achar os consumidores também.Quem consume pra mim é como se fosse criminoso também, porque é isso que faz o comercio da Rocinha crescer.

http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/blogs/blogs.asp?id_blog=4&id={473F72A4-8CF0-44A0-A783-DA4A5FA314A7}

2 Comments:

  • At 8:43 PM, Blogger Claudinéia said…

    Se acabar com somente os traficantes, os fornecedores, não for suficiente, foge totalmente ao poder do governo. Na verdade, mesmo que os responsáveis fossem somente os traficantes, não seria possível... são eles que dominam aquilo ali já. Como será que "puliça" sobrevive nas mãos deles? Lei da selva. Triste realidade.

     
  • At 7:24 AM, Blogger Telma Reis said…

    O tráfico sustenta grande parte de nossa economia, Babi... uma "limada" nessa ilegalidade teria que atingir traficantes, usuários e o governo em si, já que é de conhecimento público que muitas autoridades estão envolvidas nesse tipo de comércio. Os imigrantes que invadem as capitais brasileiras, em sua maioria, correm em busca da cura para seus medos e desesperos, já que em suas cidades natais não têm dinheiro, a seca é abundante (Deus do céu, quanta incoerência!!! hahaha) e muitos projetos não são levados adiante por desvios de verbas. É um emaranhado esquisito e real. Em Belo Horizonte - capital mineira que visito com freqüência -, percebo como as favelas influenciam na movimentação da cidade. Antes, dizia meu falecido avô, eram poucas casas, "pingadas" em pontos isolados da cidade. Hoje, formam uma muralha, impedindo inclusive os que moram nas favelas de conseguirem oportunidades melhores, já que quando alguém diz morar numa favela, já é motivo suficiente para ganhar um olho torto. Três vizinhos do meu falecido vovô são traficantes. Não moram na favela, e nunca moraram. São três irmãos, filhos de um arquiteto, que ganham rios de dinheiro traficando drogas e armas. Nunca foram pegos (ainda), e por incontáveis vezes a vizinhança já presenciou visitas de autoridades (não só policiais, não se limite a esse pensamento), entrando tranqüilos e sorridentes, e saindo de lá "trincando", na linguagem popular. Traficam drogas e armas, desfilam todo ano na Escola Mangueira (RJ), e pra completar, são sobrinhos de um bicheiro famoso do RJ. Brincadeira? É, acho que é uma boa história pra se contar em filmes. Poucos acreditam, mesmo porque fica difícil acreditar de cara que as coisas podem funcionar assim. Mas não precisamos de exemplos "anônimos", basta dar uma lida na tragetória de Fernandinho Beira-Mar. O cara tem O poder, não só pela inteligência (que mesmo usada para o tráfico de armas e drogas, temos que admitir que o caboco leva jeito mesmo...), mas pelo poder frio de persuasão. Entre seus "empregados", existem policiais e políticos. Empresários e madames. E é claro, existem os clientes de massa - da decaída classe média -, que sustenta com vigor tudo isso.

    Realmente, Babi... a decadência do nosso planeta se resume praticamente nisso: guerra. E muitos preferem pensar que têm um olhar otimista com relação ao Brasil. Como se tráfico de drogas e armas não fosse uma guerra urbana, interna e intensamente violenta, atingindo a todos. Veja o Rio de Janeiro: traficantes fecham qualquer avenida, a qualquer hora do dia quando querem. Param tudo, atiram um pouco, matam alguns policiais, talvez até alguns cidadãos, e a polícia não pode subir o morro depois e prender os responsáveis (mesmo sabendo quem são). É preciso respeitar a lei do tráfico, antes de cumprir a lei do Estado. Isso realmente é muito, muito podre!

    Adorei a escolha!
    bjim

     

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